Na tribuna livre da Câmara, eletricista protesta contra decisão do Executivo de não promover carnaval de rua em Paraguaçu | Câmara Municipal de Paraguaçu

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André Nasser
ANDRÉ ROMÃO NASSER
PMDB – Partido do Movimento Democrático Brasileiro

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Carlos Tourinho
CARLOS ALBERTO PRADO
PMDB – Partido do Movimento Democrático Brasileiro
Carlos Alberto Prado, mais conhecido por Carlos Tourinho, nasceu em Paraguaçu no dia 8 de fevereiro de 1965, filho de Jose Geraldo Prado e Maria Aparecida Prado. Em 1971, iniciou seu curso primário no Grupo Escolar Pedro Leite, transferindo-se para o Juvenato do Sagrado Coração de Jesus, na condição de semi-interno, para a conclusão da quinta a oitava série. Prestou o serviço militar para o Exército em Três Corações, na unidade da Escola de Sargento das Armas, em 1984. Em 1992, casou-se com Lidia Moreira da Silva, filha de José Moreira da Silva e Tereza Cândida de Jesus. Sua primeira filha, Jéssica Cristina Silva Prado, nasceu em 17 de agosto de 1993. Em 1999, nasceu seu filho Pedro Augusto Silva Prado, no dia 9 de julho. Em 2001, candidatando-se pelo PFL, elegeu-se vereador com 322 votos, na época em que Evandro Barbosa Bueno comandava a Prefeitura, sendo seu vice José Geraldo Prado ( Zé Tourinho). Candidatou-se novamente em 2004, conseguindo eleger-se pelo PSL com a contagem de 202 votos. Mas ficando na suplência. Contando com sua grande popularidade, candidatou-se à câmara em 2008, conseguindo eleger-se pelo PSC com a contagem 278 votos, mas ficando mais uma vez na suplência. Em fevereiro de 2009 foi contratado pela Prefeitura de Paraguaçu para exercer a função de chefe de divisão de Meio Ambiente, sendo eleito em segunda votação presidente do Codema (Conselho Municipal de Meio Ambiente) pelo mandato de dois anos, na época em que Gantus Nasser comandava a Prefeitura, sendo seu vice Mauro Nasser (Maurinho). Voltou a estudar em 2010, diplomando-se pelo Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado com o título de habilitação profissional de Química, como Tecnólogo em Gestão e Perito Ambiental, em 2012 passou a trabalhar na função de balconista da Drogaria Americana. Em 2013 passou a Trabalhar na função de balconista na Drogaria e Farmácia Viva Farma onde permanece até nos dias de hoje. Candidatou-Se novamente em 2016 conseguindo eleger-se pelo PMDB com a contagem de 271 votos. No dia três de fevereiro de 2017, sua filha Jéssica Cristina Silva Prado formou-Se em Psicologia.
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Claudiney Teté
CLAUDINEY GONÇALVES CAMARGO
PSC – Partido Social Cristão

(35)84458044
Claudiney Gonçalves Camargo, mais conhecido por Teté, nascido em 30 de Novembro de 1973 , natural de Paraguaçu, filho de Luis Camargo e Maria Auxiliadora Gonçalves Camargo, atualmente é casado com Adriana Gonçalves Alves Camargo pai de 2 filhas, Jessica Gonçalves Camargo e Geisiane Gonçalves Camargo, estudou na sua infância na Escola Municipal Alfredo Galdino e começou a trabalhar de lavrador na Ipanema Agro Indústria aos 14 anos de idade, posteriormente trabalhou na Empresa Paraguaçu Têxtil, onde ficou por 6 anos, em seguida trabalhou na cidade vizinha de Elói Mendes na Empresa Souza Campos como tecelão. No dia 13 de Outubro de 2000 deparou-se com uma situação (Uma mulher estava chorando na rua, precisando de doadores de sangue para seu filho que estava hospitalizado devido a um acidente, eram 14:00 hrs e a mulher não havia conseguido encontrar nenhum doador desde a manhã daquele dia e então Teté se comoveu-se e saiu a procura de doadores, conseguiu 20) que posteriormente o levaria a desenvolver um trabalho social voluntário, formando um grupo de doadores de sangue denominadoGRUPO DE DOADORES DE SANGUE SALVANDO VIDA, AMOR AO PRÓXIMO, Hoje o Grupo conta com cerca de 1300 doadores, que todo o sábado se dispõem a doar um pouco de seu tempo para ajudar o próximo. Atualmente ocupa uma das 9 cadeiras do Legislativo Municipal, eleito com 582 votos nas eleições municipais de 2012; Na câmara ocupa o cargo de secretário da comissão de urbanismo e infraestrutura Municipal.
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Cléber Vigato
CLÉBER VIGATO
PSDB – Partido da Social Democracia Brasileira

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Pastor João
JOÃO BATISTA MARCIANO
PDT – Partido Democrático Trabalhista

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José Maria
JOSÉ MARIA RAMOS
DEM – Democratas
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Luizinho da Samantha
LUIZ ANTONIO CORREIA
DEM – Democratas

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Marquinho Trovador
AMERICO FRANCISCO BORGES NETO
PP– Partido Progressista

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Wander do Jovino
WANDER TAVARES SANTOS
PDT – Partido Democrático Trabalhista
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Na tribuna livre da Câmara, eletricista protesta contra decisão do Executivo de não promover carnaval de rua em Paraguaçu

Postado por: Assessoria de Imprensa



 

EXPRESSÃO POPULAR

 

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Adailton Jorge Roberto de Oliveira

A decisão anunciada pelo Executivo municipal de não realizar o carnaval de rua em Paraguaçu em 2015 vem gerando muita discussão pela cidade. E na última terça-feira, 10 de fevereiro, a polêmica ganhou a tribuna livre da Câmara, que recebeu o pronunciamento do eletricista Adailton Jorge Roberto de Oliveira.

Manifestando insatisfação com o que ele considera uma omissão do poder público, Adailton reivindicou o direito da população ao lazer e às festas de caráter popular. No púlpito diante dos vereadores, ele relembrou antigos carnavais e destacou a sua participação em blocos já extintos e a ligação de sua família com a festa, ressaltando sobretudo a alegria de sua avó, a conhecida carnavalesca Rosária Narcisa.

Segundo o eletricista, os blocos não têm condição por si sós de cobrir todos os custos relacionados ao carnaval, mas já vinham se mobilizando nos preparativos para os desfiles. A notícia da não realização da festa causou indignação.

“Acredito que Paraguaçu chegou ao limite, pois há algum tempo vem abandonando a cultura e o lazer a que todos nós temos direito. Acredito que um povo tão sofrido como o nosso, guerreiro, batalhador, trabalhador, tem direito a se divertir, tem direito à alegria. Chega a ser vergonhoso o descaso que o povo sofre com o excelentíssimo senhor prefeito”, afirmou.

“Me entristece saber que eu não tenho a condição de trazer o meu filho para pular o carnaval. A cada dia que passa eu só vejo falar nos jornais de tristeza da nossa cidade, só se mostra roubo nos jornais. Paraguaçu só vira notícia quando morre alguém, quando tem acidente, quando tem roubo. Não é possível que Paraguaçu não tem qualidade nenhuma. Agora acredito que o ponto final foi dizer que não vai ter carnaval”, lamentou.

Em sua manifestação, Adailton propôs que os blocos continuem trabalhando e, caso venham a receber apoio da Prefeitura, promovam um carnaval fora de época em Paraguaçu. E ressaltou a faceta popular e democrática do evento.

“O carnaval é a festa da diversidade, festa que reúne gays, lésbicas, simpatizantes, negros, brancos, pobres, ricos. Carnaval é a festa do povo. Agora a gente não vai fazer a festa do povo”, concluiu.

PLENÁRIO TAMBÉM INSATISFEITO
O pronunciamento repercutiu positivamente entre os vereadores, que fizeram coro às reivindicações de Adailton. O peemedebista Joaquim Bocudo lamentou a não realização da festa, que todo ano movimenta a cidade.

“O carnaval sempre aconteceu em Paraguaçu. Em campanha política foi prometido que não acabaria, mas a gente vê hoje que infelizmente a administração diz que não têm condições de fazer o carnaval. Está mais do que certa essa reivindicação”, observou.

Já os vereadores Selmo Silva e Francis da Van fizeram duras críticas à decisão do Executivo municipal.

“O carnaval de Paraguaçu deste ano só não está sendo feito por falta de interesse e planejamento, pelo descaso com o povo e com as pessoas que gostam do evento. Espero que a ideia dessa gestão mude, porque o carnaval tem que acontecer sim. É uma festa popular, é um folclore e várias cidades estão fazendo, principalmente ao nosso redor. Paraguaçu está ficando para trás mais uma vez”, disse Selmo.

“Para mim é uma vergonha não haver carnaval por falta de interesse do Executivo. É uma tradição que já vem de anos e anos no nosso município e antigamente trazia muitas pessoas para a nossa cidade, movimentava o nosso comércio e tudo mais. É uma falta de respeito a todo cidadão paraguaçuense”, asseverou Francis.

Referindo-se aos três eventos festivos tradicionais de Paraguaçu (o carnaval, a Festa do Marolo e a Expoap), Rafael da Quadra defendeu que não se pode privilegiar a realização de um em prejuízo do outro.

“Se não vai fazer o carnaval, então não faz nenhum. Ou faz os três ou não faz nenhum. Quando a gente iniciou a administração atual, que hoje comanda a nossa cidade, foi relatado que não havia dinheiro, mas no ano passado gastou R$ 70 mil no carnaval. Hoje a Prefeitura, pelo que eu vejo, anda mais estabilizada, então por mim o carnaval teria que acontecer”, advertiu.

No fim do debate, Professor Rafael enfatizou que a não realização da festa em Paraguaçu abre precedente para a possibilidade de ocorrer acidentes automobilísticos nas rodovias da região, já que muitos paraguaçuenses devem viajar até as cidades vizinhas durante as noites de carnaval.

“Seria importante que o nosso município fizesse o carnaval, porque é uma festa que atende o público de Paraguaçu. Muitos irão para outras cidades para pular o carnaval correndo riscos nas estradas. E eu fico preocupado também com aqueles que não têm condição de ir, que ficam excluídos dessa festa tão importante. Além disso, os blocos de carnaval, vários deles tradicionais, já estavam ensaiando, se preparando. Isso também nos preocupa”, argumentou o petista.



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