Vereadores aprovam projeto de lei que dá nome a nova praça e redefine extensão de rua em Paraguaçu – Câmara Municipal de Paraguaçu

Vereadores aprovam projeto de lei que dá nome a nova praça e redefine extensão de rua em Paraguaçu

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Vereadores aprovam projeto de lei que dá nome a nova praça e redefine extensão de rua em Paraguaçu


CIDADE

Um projeto de lei aprovado no último dia 9 de abril na Câmara promoveu mudanças na malha urbana paraguaçuense. De autoria do vereador José Maria Ramos, a matéria oficializou a denominação de uma nova praça e redefiniu a extensão de uma via tradicional.

De acordo com o texto votado pelos parlamentares em plenário, a praça situada no final da Rua Quita Prado com a antiga “Estrada do Pontalete”, no bairro Costa do Sol, ganha o nome de Cezar Miguel Vieira. Já a Rua Nico Prado teve sua extensão reduzida, agora terminando no encontro com a Rua 13 de Maio.

A aprovação foi unânime e o projeto suscitou manifestações positivas durante a votação. Marquinho Trovador salientou a relevância de eternizar a memória de paraguaçuenses que contribuíram para o desenvolvimento da cidade. Luizinho da Samantha afirmou conhecer os descendentes de Cesar e disse que as boas pessoas merecem ter seus nomes lembrados em ruas da cidade.

André Nasser, por sua vez, destacou a idoneidade do homenageado e de toda a sua família. Wander do Jovino lembrou que teve o prazer de conhecer Cezar Vieira e considerou a homenagem justa. José Maria Ramos defendeu a iniciativa e lembrou a trajetória marcante do homenageado.

63 ANOS DE VIDA
O cidadão escolhido para nomear a praça da Costa do Sol era muito mais conhecido como Cezar Lagoa, possivelmente por ter nascido no bairro rural de mesmo nome em 1918, filho de Maria Luiza de Jesus e João Miguel Corrêa. Casou-se em 1943 com Maria Aparecida Ferreira e passou a residir no distrito de Guaipava, onde logo montou uma pequena “venda”.

De 1952 a 1956 ele residiu no estado do Paraná, trabalhando duro na zona rural. De volta a Paraguaçu, atuou como administrador da fazenda do cunhado Geocundo Moterani até 1962, quando adquiriu um sítio no bairro Taquari. Mais adiante transferiu-se para a zona urbana para facilitar os estudos dos seus onze filhos, que foram a prioridade até o fim da sua vida, em 1º de outubro de 1982.


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